Justiça mantém indígena acusada de triplo homicídio presa em Dourados

  • Da Redação com Sidnei Bronka
Oragilda sendo levada para a Depac na última segunda-feira, à noite; Foto: Arquivo/Leandro Holsbach
Oragilda sendo levada para a Depac na última segunda-feira, à noite; Foto: Arquivo/Leandro Holsbach

Após audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (2/4), no Fórum de Dourados, o juiz Ricardo da Mata, converteu em preventiva, a prisão da indígena Oragilda Batista Fernandes, de 28 anos, acusado do triplo homicídio contra Janaína Benites Amarilha, de 36 anos, sua filha, Mariana Amarilha Paula, de apenas um, e Liria Isnarde Batista, de 76. 

O crime aconteceu entre a noite de domingo (30/3), e o início da madrugada de segunda-feira (31/3), após a autora, que consumia bebida alcoólica com Janaína e Liria, atacar as duas, e ainda matar a bebê asfixiada.

As vítimas estavam dentro de um barraco na área de retomada Avae’te, na região norte de Dourados, próximo à Aldeia Bororó. O local foi incendiado, e os corpos foram encontrados carbonizados na manhã de segunda. 

Oragilda foi presa horas depois do crime com algumas queimaduras pelo corpo, indicando participação no crime.

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